“What day is it?”, asked Pooh. “It’s today”, squeaked Piglet. “My favorite day”, said Pooh. pelos olhos, cegos encontraram o passarinho ao pé da roda de um carro. estava débil e trouxeram-no para dentro, cuidaram de arranjar uma caixa de cartão onde deixá-lo confortável sobre as folhas de papel higiénico, macias e aquecidas pelo sol que entrava pela janela. no fundo, já todos sabíamos que não íamos poder fazer muito pela vida daquele ser tão pequeno e frágil e já com uma estória tão complicada. sabíamos mas tentámos, tentámos até ao fim e com toda a convicção que o conseguiríamos salvar. cada um com a sua ilusão. o passarinho arfava, eu conseguia ver o coração dele acelerado, mas não era de felicidade, estava a sofrer. um coração bate sempre da mesma maneira, seja por dor ou por prazer as batidas são iguais na força, na cadência, na profundidade. quão enganador e ao mesmo tempo, se o escutarmos bem, ele bate certo. nem sempre quer saber, iludindo-se entre estas duas emoções extremas e tão intensas. mas ele … Continue a ler a menina dança, sempre
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