Da psicocinefilia do pecado – Ira
“I’ve killed a hell of a lot of people to get to this point, but I have only one more. The last one. The one I’m driving to right now. The only one left. And when I arrive at my destination… I am gonna kill Bill.” Uma Thurman / Beatrix Kiddo Kill Bill, vol. I & II (Quentin Tarantino, 2003, 2004) Enquanto pecado, a ira é definida pelo catolicismo enquanto um sentimento descontrolado de ódio e um desejo imoderado de castigo. A sua condenação moral depende, contudo, dos motivos do anseio de retaliação – não esqueçamos que o próprio livro sagrado nos apresenta um Cristo enfurecido a expulsar os vendilhões do templo e um Deus irado a exercer pesadas represálias sobre os fracos pecadores; quando os fundamentos que lhe subjazem não são louváveis ou fundamentados, ou estão em clara desarmonia em relação ao entusiasmo depositado na passagem ao acto, a ira é um vício pecaminoso, porque contrário à justiça e à benevolência. Dante descreve a ira como um amor pervertido à justiça, convertido em desejo … Continue a ler Da psicocinefilia do pecado – Ira
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