Não é certo que as mãos percorram para sempre o incauto caminho da curva do corpo dessa sentinela altiva e rubra que é o som da ânsia em suspiro ao cair no abismo do nosso Cerne. Não é certo o pasmo ao ver o nascer de cada manhã envolto no sal que arriba desta encosta revolta içada de mares mansos e pálidos. Não é certa a noite depois do dia. Comentar pelo Facebook Mais artigos…
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