
Antes preferia 30 vezes um gajo que jogasse alguma coisa de jeito como lateral-esquerdo e que viesse mesmo para o Sporting do que um avançado que mais parece um bebé gordo e que é capaz de jogar em todo o lado e que quer “marcar muitos golos com o Liédson”. O Carvalhal deve querer o Simana-Pongolle que “joga em qualquer posição” exactamente porque não sabe muito bem onde é que quer que ele jogue.
Já para não falar que não quiseram o Varela e o deixaram ir embora para o Porto! Como é que não quiseram o Varela?! Aliás, agora sabia bem tê-lo de volta mas 6 milhões e meio de euros não iam chegar, claro, e é quanto tiveram de pagar pelo cara de bebé gordo.
Mais 1 milhão se ele jogar bem.
E custa assim tanto arranjar um lateral-esquerdo? Só na primeira divisão há de certeza 15 gajos melhores do que o Leandro Grimi. E na segunda, mesmo contratando à sorte… Vão ao Feirense. Ou ao Beira-Mar. Eh pá!, vão aos Pescadores da Costa de Caparica! Comprem um lateral-esquerdo que eles tenham para lá. Um qualquer! Não pode ser pior do que o Grimi.
Mas não. Preferiram contratar o fabuloso Mexer, um defesa central de Moçambique, que até pode ser bom, sei lá, mas que vai passar séculos na Taça de África e que por isso já não nos serve de nada esta época. Depois foram buscar um lateral-direito que é igual aos que já lá estão e com isso gastaram 3 milhões de euros. E agora querem trazer mais não sei quem para o meio-campo. Mas não é exactamente o meio-campo o sector mais forte da equipa? O Moutinho, o Vukcevic, o Izmailov e o Veloso são médios, Carvalhal… Eles são médios!
O Mexer parece que disse que o Desportivo de Maputo, de onde ele vem, é uma espécie de Sporting de Moçambique porque “aposta bastante no lançamento de jovens para a equipa principal”. Deve ser um espectáculo. Não admira que te tenhas querido pirar de lá, ó Mexer.
>Este texto é uma obra de ficção. Ainda que possa ser inspirado em acontecimentos ou episódios reais, não pretende veicular qualquer notícia ou facto da realidade. Mais, quaisquer afirmações ou citações nele eventualmente contidas não devem ser tomadas como fidedignas e não vinculam, sob qualquer forma, as pessoas ou entidades a quem sejam atribuídas ou associadas.
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