Paulo Barbosa, 43 anos, melómano, programador e crítico musical (Lust, Ípsilon, Jazz XXI, Jazz6por4).
Como se sente?
Bem, obrigado!
Prefere esbanjar ou poupar?
Poupar – sou forreta.
Qual foi o pior negócio da sua vida?
Não sei… Se calhar, ainda não o fiz…
Qual o hobby que nunca teria?
Pesca.
E qual a profissão que nunca teria?
Advogado.
Como era o seu primeiro chefe?
Terrivelmente gay.
O que mais gosta de fazer depois de um dia de trabalho?
Ouvir música.
O que mais gostava de ter inventado?
A música.
Qual o sonho que nunca vai concretizar?
Inventar a música.
Bailado ou bailinho?
Bailado.
McDonalds, Castelo dos Hamburgueres ou H3?
O que é o H3?
Qual foi a pior refeição da sua vida?
McDonalds.
Poncha ou caipirinha?
Nenhuma delas, obrigado.
Adormece mais vezes no cinema ou no teatro?
Na cama.
Qual é o museu mais chato que conhece?
O Museu do Sexo, em Amesterdão.
Qual é o problema da juventude de hoje?
O mesmo que os nossos pais achavam da nossa geração.
Quais foram as suas piores férias?
Em Almeria, Sul de Espanha; tive de fugir de lá ao fim da primeira noite…
Para si, fazer um cruzeiro é o quê?
Uma viagem com toda a família da minha mulher.
Casamento gay. Sim ou não?
Sim.
Casamento bígamo. Sim ou não?
Não há já tantos por aí?
Diga-nos um expressão que não suporte.
“Tipo…”
É melhor dizer uma pequena mentira ou causar um grande desgosto?
Se a mentira for mesmo pequena e o desgosto que pode evitar muito grande, não tenho dúvidas: uma pequena mentira.
É melhor ouvir uma pequena mentira ou sofrer um grande desgosto?
Ouvir uma pequena mentira, a não ser que o grande desgosto tenha mesmo de ser vivido.
Quem é o Mónico Pedro?
Não sei.
Jorge Jesus, sai para o Chelsea ou para o Olhanense?
Não sei.
Foi tão bom para si como foi para mim?
Ainda estou a recuperar o fôlego.

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