Arquivo 2009-2013, Interrogatório

Paulo Barbosa

Paulo Barbosa

Paulo Barbosa, 43 anos, melómano, programador e crítico musical (Lust, Ípsilon, Jazz XXI, Jazz6por4).


Como se sente?

Bem, obrigado!

Prefere esbanjar ou poupar?

Poupar – sou forreta.

Qual foi o pior negócio da sua vida?

Não sei… Se calhar, ainda não o fiz…

Qual o hobby que nunca teria?

Pesca.

E qual a profissão que nunca teria?

Advogado.

Como era o seu primeiro chefe?

Terrivelmente gay.

O que mais gosta de fazer depois de um dia de trabalho?

Ouvir música.

O que mais gostava de ter inventado?

A música.

Qual o sonho que nunca vai concretizar?

Inventar a música.

Bailado ou bailinho?

Bailado.

McDonalds, Castelo dos Hamburgueres ou H3?

O que é o H3?

Qual foi a pior refeição da sua vida?

McDonalds.

Poncha ou caipirinha?

Nenhuma delas, obrigado.

Adormece mais vezes no cinema ou no teatro?

Na cama.

Qual é o museu mais chato que conhece?

O Museu do Sexo, em Amesterdão.

Qual é o problema da juventude de hoje?

O mesmo que os nossos pais achavam da nossa geração.

Quais foram as suas piores férias?

Em Almeria, Sul de Espanha; tive de fugir de lá ao fim da primeira noite…

Para si, fazer um cruzeiro é o quê?

Uma viagem com toda a família da minha mulher.

Casamento gay. Sim ou não?

Sim.

Casamento bígamo. Sim ou não?

Não há já tantos por aí?

Diga-nos um expressão que não suporte.

“Tipo…”

É melhor dizer uma pequena mentira ou causar um grande desgosto?

Se a mentira for mesmo pequena e o desgosto que pode evitar muito grande, não tenho dúvidas: uma pequena mentira.

É melhor ouvir uma pequena mentira ou sofrer um grande desgosto?

Ouvir uma pequena mentira, a não ser que o grande desgosto tenha mesmo de ser vivido.

Quem é o Mónico Pedro?
Não sei.

Jorge Jesus, sai para o Chelsea ou para o Olhanense?

Não sei.

Foi tão bom para si como foi para mim?

Ainda estou a recuperar o fôlego.


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