Como a terra merece as flores

Todos os seus amigos já tinham ido a casas de massagem. Pablo tinha falado sobre um lugar no centro onde a hora era apenas cem reais. Ruslan havia lhe indicado um saite com garotas um pouco mais caras, porém muito bonitas. Saulo hesitava porque sua namorada era até gostosa. Tinha seios pequenos, mas graciosos; tinha um corpinho proporcional, pernas bem torneadas. O problema é que era muito apagada na cama. Apenas se deitava e esperava que ele fizesse o trabalho. Não tinha iniciativa, não falava nada, parecia até mesmo não gostar de sexo. Saulo estava percebendo que a estratégia dela era inventar mil programas para o fim de semana, passar na casa de vários amigos, ir a festas intermináveis, estúpidas exposições de arte, e assim cansar o namorado e não ter que transar. Em contrapartida, ele descobria que gostava realmente de sexo, não era mero capricho de adolescente. Queria penetrar uma mulher, abraçá-la com força, morder seus ombros e pescoço, depois dormir aquele sono redentor que só existe após o orgasmo. O trabalho, as reclamações … Continue a ler Como a terra merece as flores