I don’t blame you for not trusting people.
Os tantos que somos cá dentro.
Os tantos que somos cá dentro.
“I’ve killed a hell of a lot of people to get to this point, but I have only one more. The last one. The one I’m driving to right now. The only one left. And when I arrive at my destination… I am gonna kill Bill.”
“I feel like I’ve been in a coma for the past twenty years.”
“Il milione è mio e nessuno me lo tocca.”
“Everything in this room is eatable, even I’m eatable!… But that is called cannibalism.”
Não é uma prequela. Mas faz lembrar qualquer coisa.
“God was singing through this little man to all the world, unstoppable, making my defeat more bitter with every passing bar.”
“If I have to lie, steal, cheat or kill. As God is my witness, I’ll never be hungry again.”
Os 7 Pecados Capitais no Cinema Tal como se tivéssemos sido concebidos por engenheiros omniscientes mas não necessariamente previdentes – como é sugerido em Prometheus (2012), a mais recente epopeia científica de Ridley Scott – somos uma espécie com defeitos de fabrico e teremos perdido ao longo dos tempos o propósito primordial das emoções humanas que, podendo ser mais ou menos conscientes, se enraízam sempre em instintos primários ou necessidades básicas com vista à sobrevivência da espécie e ao bem-estar individual. A emoção – a palavra vem do latim ex movere, que significa movimento – desde a mais básica à mais emaranhada, tem sobretudo um papel adaptativo, de protecção contra o perigo (o medo), de mobilização para a acção (a tristeza e a raiva), de manutenção da espécie (o amor) e por aí em diante. Os sete pecados capitais, criminalizados pelo catolicismo desde a Idade Média, servem-nos aqui de mote à discussão do lado disfuncional das emoções e necessidades que, quando exacerbadas em grau, intensidade ou frequência, perdem a sua funcionalidade originária e transpõem a …
Considerem-se avisados.